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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Canção do Expedicionário



Uma das mais lindas canções da História que o Brasil já contou, cantou e encantou.
Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!
Por mais terras que eu percorra...

Você sabe de onde eu venho?
E de uma Pátria que eu tenho
No bôjo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreiro,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacaranda,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.
Por mais terras que eu percorra...

Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !
Por mais terras que eu percorra...
.
Letra: Guilherme de Almeida
Música: Spartaco Rossi 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Ética profissional: respeito à vida



Uma mulher chegou apavorada  no consultório de seu ginecologista e disse:
_ Doutor, o senhor terá  que me ajudar num problema muito sério! Este meu bebê ainda não  completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em  tão curto espaço de tempo...
 O médico então perguntou:   
_  Muito bem! O que a senhora quer que eu  faça?    
_  Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.    
O médico  então pensou um pouco e, depois de algum tempo em silêncio:
_ Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema e que será menos perigoso para a senhora.     
A mulher sorriu aliviada. E o médico então completou:
_ Veja bem minha  senhora; para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão  curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Mas não se preocupe, ele não sentirá dor alguma e senhora não terá trauma algum, pois além de não presenciar esse procedimento que é rápido e totalmente indolor, não mais o verá depois disso. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, tendo um período  de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, assassinar, não há diferença  entre um e outro... a senhora não acha? Até porque, sacrificar esse que a senhora tem nos  braços, será mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.
Apavorada, a mulher disse:
_  Não doutor! Que horror! O senhor está maluco? Matar uma criança é um crime! Além disso, o senhor está se esquecendo de que essa criança que o senhor está se referindo é o meu filho!
_ Eu sei, minha senhora! Mas me pareceu tão convencida  disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
A mulher começou a chorar e, em prantos, deixou soar a voz do coração e da consciência:
_ Deixa esse assunto pra lá, doutor! Esqueça esse momento em sua profissão, que eu também vou tentar esquecer esse momento de mãe.
O médico  sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição  surtira efeito.    Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar uma criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, pois ambas estão vivas e o crime é exatamente o mesmo.
Deus nos ama desde o ventre materno


Mensagem de e-mail

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Senador da República morre atropelado...


Em plena campanha política, um senador caminhava tranquilamente, pedindo votos pelas ruas, quando foi atropelado e morreu.
Quando sua alma chegou ao Paraíso, logo na entrada, deu de cara com São Pedro que lhe disse:
_ Bem-vindo, ao Paraíso! Mas, antes que entre... há um probleminha, pois raramente encontramos parlamentares por aqui.
_ Não vejo problema algum! É só me deixar entrar e tudo está resolvido. Afinal fui alguém importante enquanto estive por lá... Fiz grandes obras e entendo que mereço um lugar de destaque. O senhor não acha justo que seja assim, depois de tanto trabalho e esforço? – Disse o senador.
_ Eu entendo... Eu entendo... - respondeu São Pedro. E continuou:
_ Em consideração a esse seu grande esforço e dedicação ao seu povo, e por muitas vezes ter reconhecido os verdadeiros valores e necessidades daqueles que lhe confiaram, vou também lhe dar direito de escolha. Vamos fazer o seguinte: Você passa um dia no inferno e outro no Paraíso. Daí poderá decidir onde deseja passar a sua eternidade.
Meio cabreiro e por ter sido a “raposa esperta” que sempre foi, o senador responde:
_ Obrigado pelo seu gesto, São Pedro, mas não precisa. Eu já me decidi: o meu desejo é de ficar aqui mesmo no Paraíso.
_ Desculpe, senador! Mas o senhor que ajudou na elaboração de tantas leis e regras para o seu povo; regras estas que deveriam ser rigorosamente cumpridas com vossas determinações, há de entender que também temos regras por aqui e que também devem ser cumpridas por nosso povo. Temos ordens superiores...
_ Eu entendo! – respondeu o senador.
Assim, o senador é acompanhado por São Pedro até o elevador, que...
Desce...
Desce...
Desce, até chegar ao inferno, onde a porta se abre e ele encontra um lindo campo de golfe. Num belíssimo clube, reencontra seus amigos “confiáveis” e outros políticos com os quais teve a oportunidade de exercer um belo “trabalho” aqui na Terra.
Todos estavam felizes, vestidos socialmente, como foram acostumados, abraçando-o e demonstrando alegria em revê-lo. Relembraram ainda os bons tempos e, para não perder o costume, deram boas gargalhadas às custas do povo.
Jogaram descontraidamente; comeram lagostas e caviar; beberam vinhos caríssimos; dançaram e contaram piadas o tempo todo... Tudo estava tão bom como antigamente, que o senador nem percebeu que havia chegado a hora do retorno. Quando o elevador abriu suas portas, todos se despediram com lágrimas nos olhos, com muitos abraços, beijos e acenos, enquanto o elevador...
Sobe, até chegar ao Céu, onde São Pedro lhe aguarda, dizendo-lhe:
Sobe...
Sobe...
_ Agora é chegada a hora de visitar o Paraíso.
No Paraíso o senador reencontra muitas pessoas as quais nem desejava encontrar mais. Talvez tenha sido por um momento de fracasso vergonhoso. Encontrou também muitos de seus eleitores pulando de nuvem em nuvem... e todos muito bem vestidos. Alguns deles, vestidos de anjos. No Paraíso, mesmo com vergonha de seu povo, também foi muito bem recebido, da mesma forma que o recebiam durante as campanhas e lhe davam o seu voto de confiança. Mais uma vez esses votos lhe foram dados ao ser convidado a viver em seu meio.
O dia passou e veio a pergunta de São Pedro:
_ Agora que você teve a oportunidade de conhecer os dois lados, poderá decidir conscientemente em qual dos dois lugares deseja escolher para sua casa eterna.
O senador da república reflete por um instante e responde:
_ Olha, São Pedro! Aqui no Paraíso encontrei muitos de meus eleitores e de meus amigos também. Deram-me boas-vindas como sempre fizeram; todos gentilmente ajudando uns aos outros... E lindo foi ver aqueles que se tornaram anjos ajudavam, inclusive, os que ainda nem chegaram aqui. Eu agradeço de coração a oportunidade que me deu, mas com todas as oportunidades que me foi dada lá na Terra, aprendi uma coisa: tenho que ser realista e não misturar coisas, não misturar mundos diferentes com aquele ao qual fui acostumado a viver. Por isso, sei que o Paraíso é maravilhoso, mas o meu povo está no inferno. Dessa forma, São Pedro, acho que vou me sentir melhor, mais feliz é lá.
Então, São Pedro o leva de volta ao elevador e ele...
Desce...
Desce...
E desce, até chegar ao inferno, onde a porta se abre e, diferentemente da primeira vez, depara-se com um enorme terreno baldio, cheio de lixo e fétido. Seus amigos agora, encontram-se com roupas sujas e rasgadas, alimentando-se do lixo que catavam.
Veio então o diabo ao seu encontro, passando o braço pelo seu ombro e lhe dando “tapinhas de bons amigos” nas costas.
Assustado com tudo aquilo, o senador gaguejando, reclama:
_ Não estou entendendo! Tudo aquilo que vi aqui ontem, foi pura enganação? Onde está o campo de golfe, a lagosta, o caviar, os vinhos? Onde foi toda aquela alegria e promessas de felicidade que me demonstraram a todo tempo? Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!
O diabo olhou para ele, sorriu ironicamente, dizendo:
_ Ontem estávamos em plena campanha política. Agora, porém, já conseguimos o seu voto...!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Origem dos nomes dos estados brasileiros


Acre: vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus.
Alagoas: o nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.
Amapá: nome de uma árvore muito abundante na região.
Amazonas: nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.
Bahia: nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.
Ceará: vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.
Espírito Santo: denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.
Goiás: do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.
Maranhão: Do tupi, mba´ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.
Mato Grosso: o nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.
Minas Gerais: o nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.
Pará: do tupi, pa´ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.
Paraíba: do tupi, pa´ra, rio, e a´iba, ruim, impraticável.
Paraná: do guarani pa´ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.
Pernambuco: do tupi, para´nã, rio caudaloso, e pu´ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.
Piauí: do tupi, pi´au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.
Rio de Janeiro: o nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1ºde janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.
Rio Grande do Norte: derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.
Rio Grande do Sul: vem do canal que liga a lagoa dos Patos ao oceano.
Rondônia: o nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.
Santa Catarina: nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.
São Paulo: denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.
Sergipe: do tupi, si´ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.
Tocantins: nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Direitos Humanos

Direitos Humanos

Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado
O Brasil é considerado um dos países mais violentos do mundo. O índice de assaltos, sequestros, extermínios, violência doméstica e contra a mulher é muito alto e contribui para tal consideração. Suas causas são sempre as mesmas: miséria, pobreza, má distribuição de renda, desemprego e desejo de vingança.
O governo, por sua vez, concentra o poder nas mãos de poucos, deixando de lado as instituições que representam o povo. A estrutura governamental torna a violência necessária, em alguns aspectos, para a manutenção da desigualdade social. Não se sabe ao certo onde a violência se concentra, pois se são presos sofrem torturas, maus tratos, descasos, perseguições e opressões fazendo que tenham dentro de si um desejo maior e exagerado de vingança.
Se a violência se concentra fora dos presídios, é necessário que haja um planejamento de forma que se utilize uma equipe específica que não é regida pela força, autoridade exagerada e violenta. Medidas precisam ser tomadas para diminuir tais fatos, mas é preciso que se atente para a estrutura que vem sendo montada para decidir o futuro das cidades brasileiras.

Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos
Desde os primórdios do processo de desenvolvimento brasileiro, o crescimento econômico tem gerado condições extremas de desigualdades sociais, que se manifestam entre regiões, estados, meio rural e o meio urbano, entre centro e periferia e entre as raças. Essa disparidade econômica se reflete especialmente sobre a qualidade de vida da população: expectativa de vida, mortalidade infantil e analfabetismo, dentre outros aspectos.
Em anos mais recentes, a desigualdade de renda no Brasil pode ser atribuída a fatores estruturais sócio-econômicos, como a elevada concentração da riqueza mobiliária e imobiliária agravada pelo declínio dos salários reais e à persistência dos altos juros. A crise energética do País, anunciada no mês de maio juntamente com os riscos de contágio da crise Argentina, afetam negativamente o potencial produtivo brasileiro e reduzem a entrada investimentos externos, limitando ainda mais, as chances de geração e de distribuição de emprego e renda no Brasil. A desigualdade se tornou a marca maior da sociedade brasileira.

Todo homem tem direito ao trabalho e a livre escolha de emprego
Abaetetuba (Pará) - O município que entrou no noticiário em meses passados, por causa da prisão de uma adolescente em cela masculina é uma cidade de interior, mas com problemas típicos de centros urbanos. Dados da Pastoral do Menor indicam que 70% da população está desempregada.        
O número de habitantes, de acordo com contagem feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), chegava a 132,2 mil em 1997. A criação de um pólo de alumínio na região provocou um êxodo rural na década de 80. O emprego só foi garantido no período de construção do pólo. Depois disso, os homens que não tinham o ensino fundamental completo ficaram desempregados. A falta de oportunidade favoreceu a entrada do narcotráfico e exploração sexual na região.

Todo homem tem direito a alimentação, vestuário, habitação e cuidados médicos
A crise da saúde no Brasil vem de longa data e continua presente no dia-a-dia da sociedade. Freqüentemente nos deparamos com notícias que revelam filas de pacientes nos hospitais e postos de saúde, essencialmente do serviço público, além da falta de leitos, equipamentos etc. E, no meio da crise, está a população que precisa de atendimento, direito garantido pela nossa Constituição, além dos médicos, que, em condições precárias de trabalho, precisando de até cinco empregos, ainda são processados em muitos casos por supostas negligências ou erros. Enquanto isso, o que deveria ser prioridade para todas as autoridades torna-se mais um instrumento de disputa política.
Independentemente do jogo de empurra, o fato é que há escassez de recursos financeiros, materiais e humanos, para manter os serviços de saúde operando com eficiência.
No Brasil existe pessoas passando fome porque a renda familiar não permite comprar a comida que o mercado oferece. As raízes da fome estão, especialmente, na distribuição iníqua da renda e das riquezas, que se concentram nas mãos de poucos, deixando, na pobreza, enormes contingentes populacionais nas periferias urbanas e nas áreas rurais, à condição que haja solidariedade e simplicidade.

Todo o homem tem direito à vida, liberdade e segurança pessoal
A segurança pública no Brasil é uma das maiores preocupações da população e, em virtude do aumento vertiginoso da violência, tem sido explorada e debatida pelas entidades governamentais e não governamentais no sentido de buscar uma solução que resolva esta questão, a qual, sem dúvida alguma, está entre as primeiras necessidades de qualquer ser humano.
A qualquer momento você pode ser vítima de um assalto, de uma bala perdida, de um sequestro, pois nós não temos uma segurança necessária para evitar esses tipos de acontecimentos e também não temos uma “mente brilhante” dentro da Justiça Brasileira, capaz de pensar num projeto para solucionar o problema. Talvez essa mente não tenha feito nenhum esforço para raciocinar melhor sobre o problema, porque a capa que a envolve está protegida pelas leis e pelos seguranças pagos para protegê-la, enquanto a cabeça daqueles que pagam, continuam na mira dos bandidos. Contudo, não basta apenas criar e engavetar... é preciso colocar em prática.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Você reclama de quê?



Está reclamando dos governantes de seu país, de seu estado ou de sua cidade? Reclama do Congresso, do Senado, das Assembléias ou das Câmaras de Vereadores? Reclama dos ministros ou do Supremo Tribunal Federal? Anda escandalizado com as farras das passagens aéreas? Quando reclama costuma se referir a essas pessoas como “picaretas”, ladrões ou algo parecido?
Afinal... Você reclama de quê?
Faça uma reflexão e analise se você é assim:

1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
5. - Fala no celular enquanto dirige.
6. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
7. - Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas.
8. - Viola a lei do silêncio.
9. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
10. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11. - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13. - Faz  "gato" de luz, de água e de tv a cabo.
14. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
17. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.
18. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se  fosse pouco rodado.
21. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
22. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25. - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
27. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo quem ainda não foi inventado.
29. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
30. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
31 – Participa de acordos ilícitos para levar vantagens.
32 – Utiliza-se da Igreja para parecer honesto diante à sociedade.
33 – Diz que é cristão, mas não se importa de crucificar Jesus Cristo todos os dias através de seus atos ocultos.
34 – Diz ser defensor da natureza, mas não se importa de jogar pelas ruas, o papel das balas que costuma chupar.

Se você se enquadra dentro desse contexto, como poderá cobrar honestidade dos governantes?
Afirma as Ciências Sociológicas que “o homem nasce puro, mas o homem o corrompe”. Popularmente falando, “o homem é o produto do meio”.Assim, esses governantes que aí estão saíram do meio desse mesmo povo que os critica, ou não?
Então, está reclamando de quê, afinal?
Observe que Jesus Cristo nasceu pobre, viveu entre os pobres e foi crucificado na classe de pobre. Contudo, existem pessoas se deliciando do bom e do melhor e adquirindo riquezas à custa de seu NOME.
"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos..."
E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!

Vamos dar bons exemplos!
Espalhe essa ideia!

Fonte: Adaptação de uma mensagem de e-mail.