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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Rosa ou Repolho?


Que tipo de profissionalismo você representa – rosa ou repolho?

Decida-se:
Repolho – Nasce aberto e simboliza àqueles profissionais que dizem: Já sei tudo – Já vi tudo – Sou o melhor em tudo, mas aos poucos vai se fechando, fechando...
Rosa – Nasce fechada, mas aos poucos vai se abrindo para o mundo, extravasando sua beleza e requinte. Ainda menina, exige respeito por excelência; e quanto mais se abre, mais bela e perfumada vai ficando.
A abertura da rosa representa uma abertura para as novas tecnologias, novas descobertas, a busca pelo conhecimento, o desejo de novas conquistas, determinação para novos desafios e o respeito pelas adversidades. Toda essa abertura é que proporciona beleza e perfume à rosa, diferentemente do repolhão.
As rosas também secam e caem, mas dependendo da espécie (genético ou congênito) ou dos tratos adequados para o fortalecimento de sua raiz (adquirido), sempre voltam em outra estação – enquanto o nosso amigo repolhão...
E então? Que tipo de canteiro a sua empresa representa em sua vida? E que tipo de profissional você representa para sua empresa?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Nobreza


Nobreza

Conta uma história, que um Judeu trabalhava em um frigorífico na Noruega e, certo dia, durante sua rotina de trabalho, entrou numa câmara frigorífica, que era somente inspecionada por ele. Inexplicavelmente, a porta se fechou e o fecho de segurança travou, ficando o trabalhador preso dentro da câmara. Bateu na porta com força e gritou por socorro, mas ninguém o ouviu.
O tempo foi passando e, por incrível que pareça, ninguém sentiu falta dele; nem mesmo seu chefe. A tarde chegou e todos foram embora. Já havia horas que estava preso ali e, quanto mais o tempo passava, mais próximo da morte ele estava.
De repente, quando até mesmo a esperança já havia partido, a porta se abriu. Era o vigia, que entrou na câmara e o resgatou já numa situação bem crítica. Após prestar socorro, comunicou ao seu superior sobre o acontecimento, que assim lhe indagou:
_ Como você o descobriu lá, sendo que estava tão distante e nenhum de nós que estávamos tão próximos conseguimos ouvir ou perceber alguma coisa?
Ele assim o explicou:
_ Trabalho nesta empresa há 35 anos. Centenas de funcionários entram e saem, passando por mim todos os dias. Mas ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim todas as tardes quando vai embora. Todos os demais me tratam como se eu não existisse ou fosse uma estatueta que ornamenta a entrada desta empresa. Hoje pela manhã, ouvi dele um sincero “Bom dia” quando chegou. Eu espero por esse bom dia todas as manhãs e por uma “Boa tarde” ou “Até amanhã”, todas as tardes. Entretanto, hoje ouvi apenas o “Bom dia! Que a paz esteja contigo e bom trabalho”; mas não ouvi “Boa tarde! Fique com Deus e até amanhã”. Isso me preocupou e decidi fazer uma revista antes de trocar a escala com o vigia noturno, pois decididamente ele não sairia sem se despedir. Mesmo porque, não teria outro lugar para que ele passasse sem ser por mim.  Por isso resolvi procurá-lo, desconfiando que havia acontecido alguma coisa.  

É preciso conhecer profundamente a nobreza do gesto e a importância de uma saudação como fonte de educação e cristandade, para que se possa ser lembrado e reconhecido pela sua própria essência.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

ACREDITAR E AGIR...



Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas, imaginando uma forma de chegar até o outro lado, aonde era o seu destino.
Suspirou, profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente, percebeu haver letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro, AGIR. Não contendo a curiosidade, perguntou ao barqueiro o motivo daqueles nomes nos remos.
O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito ACREDITAR, e remou com toda força. O barco começou a dar voltas, sem sair do lugar. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito AGIR, e remou com todo vigor. Novamente, o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante. Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo, e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem. O barqueiro disse ao viajante:
_ Este barco pode ser chamado de AUTOCONFIANÇA. E a margem é a META que desejamos atingir. Para que o barco da AUTOCONFIANÇA navegue seguro e alcance a META pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: ACREDITAR e AGIR.
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TENHA AUTOCONFIANÇA PARA ATIGIR AS SUAS METAS EM BUSCA DE UM FUTURO MELHOR. ACREDITE EM SEU POTENCIAL E EM SUA CAPACIDADE, PROCURANDO AGIR SEMPRE E SEMPRE.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

A VACA FOI PRO BREJO...

Um homem sábio passava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou, ao longe, um sítio de aparência pobre e resolveu visitá-lo.
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Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar: sem saneamento, casa de madeira, os moradores - um casal e 5 filhos - vestidos com roupas rasgadas e sujas.
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O sábio aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou:
– Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem?
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E o senhor calmamente respondeu:
– Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por gêneros alimentícios e a outra parte usamos para produzir queijo e coalhada para o nosso consumo. Assim vamos sobrevivendo.
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O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por alguns momentos, despediu-se e foi embora.
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No meio do caminho, voltou-se para o seu fiel discípulo e ordenou:
– Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogando-a lá embaixo.
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O jovem arregalou os olhos, espantado, e questionou o sábio sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família. Mas, como percebeu o silêncio absoluto do sábio, cumpriu a ordem: empurrou a vaquinha precipício abaixo e a viu morrer.
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Aquela cena ficou marcada em sua memória durante anos. Atormentado, um dia resolveu largar tudo o que fazia e voltou àquele lugar, decidido a contar o que havia acontecido e implorar perdão à família.
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Ao se aproximar do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, carros na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Sentiu-se triste e desesperado, imaginando o triste fim que tivera aquela humilde família, após o fatal "acidente" com a vaquinha.
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Ao chegar no portão, foi recebido por um caseiro muito simpático, e perguntou-lhe sobre a família que ali morava há alguns anos atrás. O caseiro respondeu:
– Continuam morando aqui.
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Espantado, entrou na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o sábio. Elogiou o local e perguntou ao homem:
– Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida agora?
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O senhor entusiasmado, respondeu:
– Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. A partir de então, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver novas habilidades que não sabíamos que possuíamos, e assim alcançamos tudo o que você vê agora.
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A maioria de nós tem uma VAQUINHA , a qual nos dá algo básico para a sobrevivência e convivência com a rotina. Descubra qual é a sua. E aproveite a motivação desta mensagem para empurrá-la precipício abaixo. Se você tem alguma VACA que impede a realização de seus sonhos, mande essa VACA agora mesmo para o brejo.

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